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Fiscalização de freqüência escolar dos beneficiados pelo Bolsa Família

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Fiscalização de freqüência escolar dos beneficiados pelo Bolsa Família

Quarenta e quatro prefeituras do interior do estado de São Paulo deverão fiscalizar a freqüência dos alunos beneficiados pelo programa do Governo Federal, o Bolsa Família. A medida foi uma determinação do Ministério Público Federal depois de receber denúncias de que a freqüência mínima escolar dos beneficiados não estaria sendo fiscalizada por cinqüenta municípios. A recomendação é de que um banco de dados seja criado para monitorar a freqüência dos alunos e ainda que, as prefeituras acionem um programa de acompanhamento para os alunos que apresentam baixa freqüência e que, se necessário, seja oferecido à esses alunos um suporte nas áreas de saúde e psicossocial.

O programa criado no ano de 2004, reserva como objetivos básicos às famílias beneficiadas e que vivem em situação de extrema pobreza o acesso à rede de serviços públicos, principalmente na área de saúde, educação e assistência social, assim como o combate à fome e a segurança alimentar.
Garantir que as crianças estejam freqüentando regularmente a escola, é uma das exigências do programa. Porém, segundo levantamento divulgado, só em São Paulo, metade dos municípios estão em descumprimento com as regras de fiscalização da freqüência exigida dos alunos. Em um prazo de dez dias, contados a partir da data em que a recomendação foi enviada, as prefeituras que estão em descumprimento com as regras devem informar as providências tomadas para a regularização do cumprimento das medidas.

Receberão a advertência as cidades de Aparecida D´Oeste, Aspásia, Auriflama, Dirce Reis, Dolcinópolis, Estrela D´Oeste, Fernandópolis, General Salgado, Guarani D´Oeste, Guzolândia, Ilha Solteira, Indiaporã, Itapura, Jales, Macedônia, Marinópolis, Meridiano, Mesópolis, Mira Estrela, Nova Canaã Paulista, Nova Castilho, Ouroeste, Palmeira D´Oeste, Paranapuã, Pedranópolis, Pereira Barreto, Pontalinda, Populina, Rubinéia, Santa Albertina, Santa Clara D´Oeste, Santa Fé do Sul, Santa Rita D´Oeste, Santa Salete, Santana da Ponte Pensa, São Francisco, São João das Duas Pontes, São João de Iracema, Sud Menucci, Suzanópolis, Três Fronteiras, Turmalina, Urânia e Vitória Brasil.

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Edivaldo Aparecido de Oliveira

Nossa é fantática essa idéia de fiscalização, pois os municípios que não fazem um acompanhamento criterioso não só para as crianças mas também para a família nesse processo.Pois os coordenadores do projeto Bolsa Família devem confiar em dados que enviam as escolas.Mas muitas vezes o não comparecimento do aluno na escola não não deve ser jogado a responsabilidade somente para os pais, mas sim na situação social que se encontra a família naquele momento. Muitas vezes um aluno não vai á escola devido não ter alimentação ou simplesmente roupas,uniformes e calçados para ir assistir as aulas. Enquanto profissionais da área social ficam culpando um problema cultural da sociedade de não frequentarem a escola as famílias sem acompamento mais sérios não enviam seu filhos para se ter uma educação adequada. A culpa não são dos pais mas sim de todos.


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