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A urbanização descontrolada, o ápice da tecnologia e a destruição ambiental

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Puluição ambiental das fabricas

A urbanização passou por diversas fases até chegar aos dias de hoje. Com pouco espaço e muita gente, ela começou a desenvolver sérios problemas que estão relacionados, basicamente, a má utilização da tecnologia e a destruição ambiental.

A tecnologia avançou muito neste século. Hoje contamos com a facilidade e com a praticidade dos instrumentos tecnológicos em nosso dia-a-dia. A máquina passou a detectar problemas e dar soluções, tornando-se indispensável no cotidiano de todos e, é claro, que como tudo, ela também pode ter seu lado ruim quando utilizada desenfreadamente.

A cada dia que passa mais pessoas são substituídas pelas tecnologias; elas perdem empregos e são colocadas a margem da sociedade, onde costumam ser esquecidas.

A urbanização descontrolada, percebida principalmente nas metrópoles, também é resultado da tecnologia. As pessoas viviam nos campos, mas surgiram as máquinas nas indústrias, oferecendo trabalho e melhor qualidade de vida nas cidades. Em busca dessa melhoria, as pessoas migraram para os centros urbanos e o ocuparam de maneira desorganizada, formando os primeiros bolsões de miséria, e a melhoria na qualidade de vida não veio, mas ao contrário, essas pessoas passaram a não ter acesso a saneamento básico, nem energia elétrica, e muitas vezes optarão pelo mundo do crime para sobreviverem.

A tecnologia junto com a urbanização descontrolada não foi e não será benéfica a ninguém, porque as metrópoles atraem sonhadores, como os primeiros que lá chegaram, e depois não conseguem administrar os problemas pelos quais esses cidadãos passam, não tendo empregos suficiente para oferecer e nem meios de cuidar dessa população crescente.

Mas este não é o único problema da urbanização. A destruição ambiental também faz parte dessa problemática.

As metrópoles são poluídas.  O governo não consegue recolher o lixo produzido por toda a população, e o que não é recolhido, corretamente, é descartado nos rios e ruas. Nos centros urbanos não há espaço verde suficiente, pois houve a necessidade de se construir muitos prédios para abrigarem as empresas, sendo mais importante ter lucro do que ter um lugar para respirar. As metrópoles são, também, as maiores emissoras de CO2 no mundo.

O congestionamento nas Capitais também é um sério problema. Com a facilidade de acesso ao carro, fica difícil transitar, principalmente em horários de pico, nessas cidades grandes. Diversos projetos estão sendo criados para que o transporte público seja mais utilizado do que o carro, pois assim diminui-se o trânsito e a poluição da atmosfera.

Podemos relacionar os fatores urbanização, tecnologia e meio ambiente de maneira simples, pois, a tecnologia é a principal responsável pela migração para as metrópoles, ocasionando uma urbanização desorganizada e essa gigante população faz com que os índices de poluição sejam assustadores.

Fica claro, então, que se por um lado a urbanização parece boa, por outro esconde, ao máximo, esses fatores decisivos para sua avaliação.

Como um lugar que destrói a natureza e coloca a tecnologia acima das pessoas, não dando chances aos menos favorecidos, pode ser considerado um bom lugar?

É hora de começarmos a analisar estas questões que estão diante de nossos olhos e refletirmos sobre esses assuntos, presentes em todos os jornais e revistas da atualidade.

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